quinta-feira, 1 de setembro de 2011

MÃOS-DADAS


 Chegou a noite. Hora de dormir. O casal se prepara pra deitar e cair em mais uma noite de descanso, mas algo está errado. Os dois não se olham, estão nervosos com algo. Tudo parece ter algo rondando seus pensamentos, os dois estão ali apenas concentrados em um problema.
 O problema é entre eles. O casal deita. Não se olham e se viram de costas ao deitar ali. A moça ainda tenta reverter a situação, melhorar as coisas. Ela se vira de frente, pega na mão do rapaz. Ele tira a sua mão com receio e nervosismo ao mesmo tempo. Suas mãos trêmulas, geladas. Algo parece sufocar, sua respiração está nervosa. Ela tenta novamente, seu corpo encosta no dele. Tudo parece ficar mais calmo, uma tranquilidade chega à ser cética.
  A alma da moça começa a ficar trêmula, nervosa. Algo está errado. Ao pegar na sua mão, o rapaz ficou tranquilo. Uma tranquilidade que chegou à entrar em momentos de ceticismo. Ela se vira novamente e pensa. O rapaz não se mexe, ela estranha aquela situação. E quando vê, o rapaz está morto.

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