segunda-feira, 25 de novembro de 2013

2013. Ah, 2013


 Duas da manhã e eu aqui. Sentado. Em frente ao meu notebook digitando essas simples palavras, ao invés de eu estar dormindo Estou aqui depois de muito tempo colocando alguns demônios pra fora. Na verdade, não é nada que esteja me sufocando, e sim alguns pontos que eu tenho observado (como sempre) e que tô afim de relatar. 2013. Ah, 2013. Que ano maluco foi esse, meu amigo? Eu sei que ele ainda está aqui, presente e vivo. Mas se eu deixar acumular todos esses fatos é capaz de eu nem conseguir dormir essa noite. É nada demais. Seguinte. Primeira vez da minha banda de rock no Liberdade ao rock, primeiro show do ano. Lembro daquele dia como se fosse ontem. Mó galera curtindo o nosso som. Gritos, euforia. Galera chegando mais perto. Muita gente. Elogios. Entrevista. Nego que nunca vi na vida vindo falar comigo e elogiar o nosso som. Trabalho. Só esse ano tive três empregos. Um fui demitido por fim de contrato de experiência, e dei graças a Deus de terem me mandado embora. Não aguentava mais aquele lugar, aquela escravidão. Depois de um mês consegui outro trampo. Que foi bastante estressante e tive como chefe uma bela de uma puta senhora que não sabia nem se quer se comunicar com as pessoas. Arrogante e prepotente só ela queria ser. E finalmente agora meu emprego atual. Onde consegui uma boa satisfação em todos os aspectos, trabalho tão bom e certinho que nem parece ser real. Não pensei duas vezes em pedir demissão da empresa que eu tava pra ir pra essa atual. Agora voltando ao assunto sobre minha banda. Tivemos mais uma apresentação no Liberdade uns dois meses depois da primeira. Desastre, caos total. E no pior dos sentidos que vocês podem imaginar. Retorno naquela bendita hora desapareceu. Tinham dois ali na minha frente, mas é como se não tivesse nada. Eu, meio bêbado. Me esgoelando. Porque acreditem, cantar sem se ouvir ninguém consegue fazer nada direito. Erros fatais. Erros banais. Saí do palco junto com os meninos considerando aquela a nossa pior apresentação, e por incrível que pareça foi a qual onde o público pirou mais do que todas já feitas. Depois disso apareceram as faltas de compromisso. Brigas, desentendimentos. Parada obrigatória pra banda. E desde então tento reerguer isso que é uma das coisas que mais amo fazer na vida. Agora cheguei ao momento que consegui fechar o pacote e em breve estaremos fazendo um som de novo pra galera curtir. Com coisas novas, coisas diferentes e que já deviam estar acontecendo há muito tempo. E é isso. 2013 ainda continua. Tenho planos pros próximos passos, e tenho receio de algum passo ser destruição total. Mas vou arriscando, se não nunca irei descobrir o que ainda tem pra ser jogado em cima de mim.  

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